#AVozDeDamiris. Ai meus sais.

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Crônicas de um cidadão de bem.

Esquerdopata adora polêmica. O motivo do “Ai meus sais” da semana é uma piada. Acompanhe e entenda:

Três ou quatro cidadãos de bem decidiram brincar com os meninos bem tratados e metidos a engraçadinhos do tal Porta dos Fundos.

Um desses defensores dos ideais cristãos, empreendedor bem sucedido e atleta, jogou pequeno artefato incandescente na porta de vidro do escritório dos comunistinhas ateus (desculpem o pleonasmo, mas a indignação com os ataques vermelhos a um homem justo e direito me faz escrever de forma descuidada).

Brincadeira sem maiores danos, quase um arroubo adolescente. Infelizmente, esse homem de família tinha compromisso marcado e não pode explicar a situação às autoridades. Em vez disso, viajou horas e horas nas apertadas poltronas da nossa aviação, desconforto gigantesco para sujeito de braços fortes e costas largas como ele, apenas para visitar o filho.

Veja bem: o herói da nossa trama enfrentou um suplício aéreo somente para abraçar o menino que pôs no mundo. É, portanto, exemplo para aqueles que valorizam a família e defendem as crianças.

Mas o que disseram os vermelhos?

“Fugitivo”. “Não quer responder pelo que fez”.

Quanta bobagem!

Isso sem esquecer que esses mesmos indivíduos antes gritaram: “É censura”. “Violência”. “Volta da ditadura” para classificar um gesto de resistência e proteção das famílias da nossa patria amada.

Pois eu, Damaris, digo daqui em alto e bom som: não há nada disso, esquerdopatas!

A reação indignada dos cidadãos de bem é uma defesa. Somos a favor da liberdade de expressão. Qualquer um por certo pode dizer o que bem entender. O problema é que as pessoas entendem o mundo de forma errada – e aí falam o que não pode ser dito.

Felizmente estamos na direção certa. Hoje mártires da educação como o rapaz dos molotovs sofrem com a falta de entendimento dos seus gestos por uma minoria barulhenta. Mas eles estão fazendo o sacrifício justamente para mostrar os caminhos, educar mentes e corações. Há de chegar o dia – e não demora – que todos saberemos o que é certo e o que é errado pensar. Aí falaremos o que deve ser pregado e calaremos o indizível. A jornada é dura, mas o homem de bem há de persistir e vencer