#baratavoa. Me dê motivos.

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Depois de dois depoimentos de Paulo Marinho, o suplente de Flavinho, o MPF chegou à conclusão de que pelo que se ouviu está claro que o caso tem que ser investigado. Bafo!!!!

O caso é o de um delegado da PF do Rio que teria vazado para Flavinho a informação de que seu gabinete e o Queiroz eram alvos de uma investigação da PF, mas como estavam no meio das eleições a polícia ia segurar a operação para não atrapalhar Bolsonaro. Tixa, Tixa!

Com a informação em mãos, Flavinho correu para demitir o Queiroz do seu gabinete de deputado estadual. E também demitiu a mãe e ex-esposa do miliciano Adriano da Nóbrega, que era foragido da polícia por comandar o escritório do crime e suspeito de ter participação no assassinato de Marielle. Sim, as duas trabalhavam lá. E Paulo Marinho contou que tudo isso foi feito por conta do vazamento amigo da PF.

Aliás, Paulo Marinho disse que o depoimento de hoje no Ministério Público foi muito mais rico em detalhes. Segundo ele, ontem a PF só estava interessada em uma data específica.

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#PP (Para os perdidos). Adriano morreu numa emboscada da polícia, na Bahia, e depois que morreu tanto Bolsonaro quanto Flavinho correram para honrar o nome de adriano. Bolsonaro chegou a chamá-lo de herói e Flavinho exigiu que se investigasse se ele havia sido torturado. O que será que ele temia que Adriano falasse? Bom, até hoje não teve notícia de se a investigação dos celulares encontrados com Adriano andou.

#PP1. Valeixo, ex-diretor geral da PF, disse, no inquérito que investiga Bolsonaro no Supremo, que um delegado da PF do Espírito Santo furou o esquema de sigilo de@operação que matou Adriano. O tal delegado usou o canal do Ministério da Justiça para pedir reforço.‬

#PP2. Flavinho e Queiroz são investigados por conta de um esquema de rachadinha. Flavinho já tentou paralisar nove vezes essas investigações.
#PP3. Moro denunciou que Bolsonaro queria interferir politicamente na superintendência da PF do Rio.
#PP4. No ano passado, Bolsonaro começou a pressionar pela troca do superintendente do Rio depois que a PF começou a investigar o patrimônio de Flavinho. Depois, a PF achou que não precisava investigar mais e ia arquivar o caso. Mas hoje o ministério público acha que tem que investigar sim e não deixou arquivar a investigação. Ouch.

Na foto, o procurador que toca a investigação no MPF do Rio.