#baratavoa. Dinheiro público financia autopromoção do presidente e o professor terra plana.

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Um site de resultados do jogo do bicho foi o que mais recebeu propaganda do governo quando Bolsonaro queria convencer o povo da importância da Nova Previdência. Mas o jogo do bicho não é proibido, Tixa? Vamos perguntar pro Bolsonaro, né darling? Ele entende tudo das nossas leis.

Esta foi só uma das irregularidades encontradas pela #CPI das #fakes na distribuição de dinheiro público pela secretaria de comunicação do governo Bolsonaro. Um relatório divulgado ontem pela comissão mostra até anúncios que podem resultar em #impeachment de #Bolsonaro e outros que podem botar apoiadores na #prisão.

Cerca de 2 milhões de anúncios, quase 5% do total da campanha da Nova Previdência, foram veiculados em sites de notícias falsas, canais de crianças, de conteúdo sexual, de jogo de azar, e otrascositasmas. A treta e a lista são grandes, darling. E olha que a SECOM entregou apenas relatório referente a pouco mais de um mês de suas atividades.

Vamos à listinha dos anúncios da Nova Previdência?

📌 O site de direita Terça Livre, cujo dono está sendo investigado pelo Supremo e que bate no peito quando diz que não recebe dinheiro do governo de jeito nenhum, está na listinha dos que receberam anúncios via Google AdSense. É, o seu Allan dos Santos inclusive afirmou em depoimento na CPI que a SECOM não anunciava no seu site. Xiii, mentindo para uma CPI, Allan? Isso dá cana, darling. Até 3 anos.
📌 Sites e canais do YouTube com o nome de Bolsonaro, que pode configurar uso do dinheiro público para promoção pessoal o que fere a Constituição. E se o presidente não obedece a Constituição, comete crime de responsabilidade. Sim darling, dá impeachment.
📌 site e canal de Flavio Bolsonaro
📌 canal da Resistência, o deputado do PT, Paulo Pimenta. Isso daí deve ser aquele seguro pra dizer: olha como a gente coloca dinheiro em todo lugar.
📌 47 sites que os técnicos consideram como notícias falsas, entre eles dezenas de bolsonaristas, mas alguns esquerdistas como Revista Fórum e Tijolaço.
📌 Canal do Professor Terra Plana. Vídeo mais visto do canal: 200 provas de que a terra não é um Globo. Aff.
📌site “sempre questione”, que produzia, segundo o relatório, reportagens fantásticas como as múmias alienígenas escondidas em pirâmides do Egito, colisores de átomo que abrem portais para o inferno e baleias encontradas em fazendas a centenas de quilômetros do litoral.
📌canal infantil russo.

Mas sabe o que é pior para o seu SECOM? O relatório técnico entregue à CPI das fakes levanta uma lebre: a SECOM investe muito dinheiro com a rubrica geral de “Google AdSense” e não abre quem são os sites e canais de YouTube e apps que recebem dinheiro público. E se a seu Wajngarten tiver que abrir tudo? O que vai aparecer?

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#PP (para os perdidos). A Secretaria de Comunicação (SECOM) é comandada por Fábio Wajngarten, aquele que tem uma empresa cujos clientes são as tevês que por sua vez recebem verbas públicas que ele distribuiu, lembra?. Ele escapou daquela, será que vai escapar dessa também?
#PP1. A publicidade no Google AdSense é muitas vezes distribuída aleatoriamente, mas quem anuncia pode também escolher para sites ou canais que quer que os anúncios sejam enviados e também definir estratégia por meio de público alvo.
#PP2. Um dos questionamentos do relatório é como a SECOM, usando dinheiro público, permitiu que sua propaganda fosse veiculado em dezenas de canais infantis ou de jogos de azar ou mesmo de conteúdo sexual.
#PP3. A CPI pediu informações referentes a janeiro e novembro de 2019. Mas a SECOM levou cinco meses para entregar os dados.
Entregou somente porque a Controladoria Geral da União obrigou e mesmo assim só mostrou dados referentes a junho do ano passado e início do mês de julho.

#baratavoa. Meia volta, volver!!!

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É darling, esta é a grande discussão do momento: se pode ou não haver uma intervenção militar constitucional. Aff!!!

O procurador amigo geral da república bolsonarista deu mais uma demonstração de que está afinadíssimo com o comandante em chefe. Aras disse ontem em entrevista ao Bial que as Forças Armadas podem sim intervir caso um dos poderes invada a competência do outro poder. Eita nóis. É treta!!! O procurador disse que é isso que diz o artigo 142 Constituição, que tem sido invocado por Bolsonaro, bolsonaristas e afins.

A Ordem dos Advogados do Brasil rebateu hoje e disse que não pode não. Enfim, essa é a discussão agora, se pode ou não haver uma intervenção militar constitucional.

Aí o Aras, hoje, deu um Meia volta, volver!!!!! Yes, darling, hoje tentou suavizar o que disse ontem, até porque o povo do ministério público não gostou nada da posição do procurador geral. Em nota hoje ele disse que não disse o que disse mas disse de novo. Aff. Ele explicou que a Constituição não admite intervenção militar, mas que conflitos entre poderes, associados à calamidade pública, podem incitar uma desordem social e então as Forças Armadas podem ser acionadas.

“As Forças Armadas existem para a defesa da Pátria, para a garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de quaisquer destes, para a garantia da lei e da ordem, a fim de preservar o regime da democracia participativa brasileira”.

#PP (para os perdidos). Augusto Aras é procurador geral da República, nomeado por Bolsonaro para o cargo. O Ministério Público tem completa independência dos poderes. Será que também pode ter intervenção militar no Ministério Público?
#PP1. Constituição Federal: Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

#baratavoa. Fica com o seu celular Bolsonaro, mas cuidado com os hackers.

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O supremo decano Celsao resolveu que não é o caso de mandar apreender o celular do Bolsonaro. Ih Tixa, ele arregou depois que Bolsonaro disse que não entregaria o celular? Não, darling. Ele não pediu o celular porque entende que partidos políticos não podem dizer como um inquérito deve ser conduzido e tampouco se pode pedir apreensão de celular sem dizer qual a busca específica.#ficaadica.

O pedido de apreensão do celular foi feito por partidos de oposição no inquérito que apura se Bolsonaro cometeu crime ao interferir na Polícia Federal.

A confusão toda se criou porque Celsao fez o que faz em qualquer processo: pede para o Ministério Público se manifestar. Quando ele fez isso o General Heleno saiu dizendo que coisas imprevisíveis iam acontecer e Bolsonaro dizendo que não iria entregar seu celular.

Bom, o Ministério Público disse que não era o caso de pedir o celular e Celso de Melo concordou. Mas avisou: não cumprir decisão judicial é crime contra Constituição e dá impeachment.

“É tão grave a inexecução de decisão judicial por qualquer dos Poderes da República (ou por qualquer cidadão) que, tratando-se do Chefe de Estado, essa conduta presidencial configura crime de responsabilidade, segundo prescreve o art. 85, inciso VII, de nossa Carta Política, que define, como tal, o ato do Chefe do Poder Executivo da União que atentar contra “o cumprimento das leis e das decisões judiciais”

PP (para os perdidos). Mas que hackers são esses, Tixa? Os do Anonymous, darling, que ontem soltaram um monte de dados de Bolsonaro e family, mas logo foram derrubados pelo Twitter.

#baratavoa. A camisa da CBF ucraniana.

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Deu o maior bafafá a história da bandeira ucraniana nas manifestações na Paulista ontem, mas o embaixador da Ucrânia garante que a bandeira não é neonazista porque afinal seu país proibiu o uso de qualquer símbolo nazista desde 2015.

Mas acontece que estudiosos no assunto dizem que apesar ser verdade que é uma bandeira histórica, que não tem a ver originalmente com o rolê nazista, o pessoal partido radical Pravy Sector se apropriou do símbolo. É tipo a camisa da CBF, darling.

A polícia está investigando se um homem com esta bandeira nas costas teria começado a confusão ontem na Paulista, com o pessoal do ato pró-democracia, quando a polícia começou a jogar bomba de efeito moral para dispersar manifestantes.

Mas o que a Ucrânia tem a ver com o rolê, Tixa? Bom, vários bolsonaristas ultimamente falam que temos que ucranizar o Brasil e este é o lema também do 300 Pelo Brasil, aquele movimento da Sara Winter, que está sendo investigada pelo STF por divulgar fakes. Inclusive o pessoal do 300 foi com tochas e máscaras macabras protestar em frente ao STF no sábado à noite. Tudo inspirado nos ucranianos e na Ku Klux Klan.

A extrema direita ucraniana protagonizou protestos sangrentos em 2014 quando por pressão do Putin, a Ucrânia não entrou na União Europeia. Os protestos levaram à invasão do palácio do governo e a deposição do presidente.

⁉️Uma informação aleatória: Damares disse na reunião treta que temos 1,5 milhão de ucranianos morando no Brasil.

#baratavoa. Trump tarjado de novo.

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O Twitter ousou botar um selo de fake news em um post de Donald Trump e o presidente americano reagiu imediatamente. Assinou um decreto que abre a possibilidade de as redes sociais serem responsabilizadas por retirar posts, excluir perfis ou botar tarja em posts. E o que fez o Twitter? Foi lá e botou uma nova tarja em um post de Trump, nesta manhã, dizendo que viola as regras da comunidade ao incentivar a violência. Mas o post não foi apagado. Xiiii, Tixa. Que treta, hein?

Muita treta, darling. Esses líderes políticos acham que podem usar as redes sociais para dizer o que bem entendem, mas essas redes são empresas privadas e estabelecem suas próprias regras. Só o Trump tem 80 milhões de seguidores no Twitter. Bolsonaro tem 6,6 milhões. E agora ficam se esperneando quando a rede diz: peraí isso aqui é fakenews.

Trump diz no post oculto desta manhã que vai ter tiroteio contra os manifestantes em Minneapolis que estão botando fogo em prédios, como protestos pela morte de um cidadão negro pela polícia. George Floyd perdeu seu emprego de segurança durante a pandemia e a polícia foi chamada por um supermercado quando ele tentava fazer compras com uma nota falsa de 20 dólares. O policial sufocou Floyd mesmo ele dizendo que estava ficando sem ar. A morte gerou uma onda de protestos violentos em todo o país.

#PP (Para os perdidos). No primeiro post com tarja de Trump, o presidente americano dizia que as células eleitorais enviadas pelos Correios eram fraudulentas.
#PP1. Este ano tem eleição nos Estados Unidos para presidente e Trump é candidato.
#PP2. Nas eleições de 2016, o Facebook foi acusado de ter influenciado o pleito ao permitir que a Cambridge Analytica usasse os dados colhidos na rede para manipular eleitores.
#PP3. Bolsonaro também está se estranhando com o Facebook aqui no Brasil. Ele andou fazendo umas lives que caíam ou tinham problemas técnicos, e botou suspeita sobre o Facebook. A empresa inclusive andou excluindo posts de Bolsonaro por considerar que tinha informação falsa sobre a pandemia.

#baratavoa. Bolsonaro quer plenário? Plenário será.

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Bolsonaro hoje deu a entender que não vai aceitar decisões de apenas um ministro supremo. As que lhe desagradam, é claro. O supremo Fachin atendeu então os desejos do presidente e mandou para o plenário a decisão sobre a suspensão ou não do inquérito das fakes tocado por Alexandre de Moraes e que tanto revoltou Bolsonaro.

Foi bom para Bolsonaro, Tixa? Só vamos saber com o resultado da votação plenária, darling. Fachin já estava prestes a decidir sobre o caso, a pedido do partido Rede que também entende que é inconstitucional o tal inquérito. Era até possível que ele suspendesse o inquérito. Mas agora que o procurador amigo geral da república pediu a suspensão, Fachin jogou para a galera. E o julgamento só vai acontecer depois que o supremo Toffoli pautar o assunto. Daí então cada ministro poderá dizer o que pensa a respeito. Até lá, Moraes segue conduzindo a investigação.

A pergunta é: Bolsonaro vai aceitar a decisão plenária se for algo que ele não goste?
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#PP (para os perdidos). O inquérito das fakes foi aberto no ano passado pelo supremo Toffoli, que nomeou como relator o supremo Alexandre de Moraes. Eles não seguiram o rito tradicional alegando que o estatuto do supremo prevê esse tipo de inquérito quando os ameaçados são os próprios ministros supremos.
#PP1. A ex-procuradora Raquel Dodge pediu a suspensão do inquérito dizendo que a prerrogativa da investigação caberia à procuradoria. O Aras, num primeiro momento, não se opôs desde que houvesse depois a participação do ministério e que outro juiz julgasse o caso. Mas o Aras agora, depois da treta com os bolsonaristas, mudou de posição e pediu a suspensão do inquérito.
#PP2. No âmbito deste inquérito foi que Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão nas casas dos bolsonaristas investigados de formar uma quadrilha de fake news.

‪#baratavoa. O pseudo ditador de direita.

Bolsonaro diz que é um absurdo que pensem que ele é um pseudo ditador de direita e vai eliminar todos aqueles que pensam assim. Não entendi, Tixa. Vai ver esse história de pseudo pegou,né darling? Afinal ele prometeu agora que não vai mais deixar que o Supremo decida as coisas como quiser. Que não vai mais deixar acontecer dias como o de ontem, quando a PF fez busca e apreensão na casa de bolsonaristas que divulgam ou financiam distribuição de fake news. Que algumas ordens não se cumprem.

Que a culpa do Weintraub ter dito que os supremos deveriam ser presos e do Salles ter sugerido que mudem todas as regras de baciada sem a sociedade saber é do supremo Celso de Mello, que divulgou a reunião treta.

E ameaçou: Não empurrem o Brasil para uma crise política. Afinal, segundo ele, ele tem as armas da democracia. Será que o presidente sabe que as armas da democracia são o Congresso e o Supremo? Ah, e, para coroar o momento “não sou um pseudo ditador de direita”, não deixou a imprensa fazer nenhuma pergunta e, quando fizeram, saiu andando.
PósPost. Detalhe: a gravata usada por Bolsonaro é toda riscada com pequenos fuzis.

#baratavoa. STF pode chegar a financiamento de fake news da campanha de Bolsonaro.

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Darling, o babado é forte. Hoje o supremo Alexandre de Moraes determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário de empresários e outras pessoas físicas que teriam financiado ou estão financiando esquema de distribuição de fake news e ataque à honra dos ministros supremos. Mas o detalhe mais relevante desta decisão é o período da quebra do sigilo. Vai do dia 01 de julho de 2018 até 30 de abril de 2020. O que aconteceu em setembro e outubro de 2018? Tixa do céu, as eleições. Yes, darling.

Aí é que o bicho pega. Terão seus sigilos quebrados o Luciano Hang, da Havan, o Edgard Corona, da Smart Fit, o Reynaldo Bianchi, que se diz humorista, e o Winston Lima, um militar da reserva. Hang, na época das eleições, foi acusado de ter pago impulsionamento nas redes sociais de postagens pró Bolsonaro, o que a lei eleitoral proíbe.

E será que algum deles financiou outras atividades proibidas pela lei eleitoral durante as eleições, como disparo em massa por zap? Se o fizeram por meio de suas contas bancárias, saberemos em breve. E se o fizeram contra a lei eleitoral, isso daí pode até desencadear um processo de cassação de chapa. Como certamente diria Ricardilho, a chapa vai esquentar.

ATUALIZANDO. Aras, o procurador amigo geral, está pedindo a suspensão do inquérito das fakes.

#baratavoa. A fake news virou contra o fakeceiro.

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O supremo Alexandre de Moraes botou a PF atrás de Roberto Jefferson, Luciano Hang, deputados como Carla Zambelli, Bia Kicis, o príncipe e otros bolsonaristas mas.

Tixa do céu, prenderam geral? Calma, darling. Foi só busca e apreensão. A Polícia Federal saiu para buscar documentos e computadores como parte da investigação no inquérito que apura as ameaças contra a honra e segurança dos ministros supremos. No caso dos deputados, foi determinada apenas a oitiva.

Além de Jefferson, Hang e deputados federais, o blogueiro de direita Allan dos Santos, os deputados estaduais Douglas Garcia (PSL-SP) e Gil Diniz e a ativista direitista Sara Winter também estão nesse balaio.

Esse inquérito é aquele que também investiga Carluxo e que levou Bolsonaro a mandar uma mensagenzinha para o Moro dizendo que era mais um motivo para trocar o diretor da PF. Quando Moro divulgou essa mensagem, o supremo Moraes não perdeu tempo e proibiu a PF de mudar os investigadores.

Todo o caso é comandado pelo Supremo e, por isso mesmo, já tem uma penca de ações judiciais contra. Isso porque ele foi aberto em março do ano passado pelo supremo Dias Toffoli sem que tivesse sido pedido pela polícia e sem o MP participando. Ah, e Toffoli ainda designou Moraes como seu relator, sem sorteio, o que não é praxe. Era para acabar em janeiro e foi prorrogado por 6 meses. Até a ex PGR, Raquel Dodge, tentou encerrar esse inquérito diversas vezes, mas não conseguiu.

Por outro lado, o novo PGR Augusto, o Aras, defende a continuidade. Mas, desde que sejam enviadas as conclusões para o MP. Ah sim! Até a AGU se diz favorável, pois entende que Moraes não será o responsável por denunciar os suspeitos, o que atende a questão da separação de funções. Vamos ver até quando.

#PP. (Para os Perdidos). Roberto Jefferson, que foi aliado de Collor, que foi condenado no Mensalão, que preside um partido do centrão, é agora Bolsonaro desde criancinha, até com armas na mão. Ele entrou no balaio depois que publicou uma foto com um fuzil a palavra Traidores.
#PP1. Allan dos Santos diz ser jornalista e tem como sonho ter o maior jornal do país. Ele é o dono do site Terça Livre e super mega aliado de The Bolsonaros.
#PP2. Sara Winter é a líder do grupo 300 do Brasil. Aquele das barraquinhas todas iguais vendidas na loja da Havan e que acamparam em Brasília.
#PP3. Luciano Hang é o véio da Havan.
#PP4. A AGU (Advocacia-Geral da União) representa o governo, no caso o de Bolsonaro.
#PP5. O Ministério Público é o único capaz de propor ações penais nesse caso.

POST ATUALIZADO com deputados que também foram alvo.
ATUALIZADO ÀS 13:40. Os deputados citados não foram alvo de busca e apreensão. Apenas foi determinada oitiva.

ATUALIZANDO às 14:50. Aras, o procurador amigo geral, mudou de posição e agora pede a suspensão do inquérito das fakes.

PósPost: não deixe de ler nosso post sobre como o STF pode chegar ao financiamento de disparos em massa do zap na campanha de Bolsonaro

#baratavoa. A paz invadiu o coração de Maia.

O presidente da Câmara acaba de fazer um pronunciamento pedindo paz para o combate a essa pandemia que já matou quase 25 mil brasileiros. Até elogia Bolsonaro por ampliar sua base na Camara em acordos com o Centrão. Mas dá uma cutucada quando fala em união para combate ao vírus e à crise social e econômica: “preservando nossa democracia”. Se estivéssemos em tempos normais nem precisaria dizer isso, né?.

Ontem Bolsonaro soltou nota falando de respeito mútuo entre poderes. Mas na sexta, o General Heleno, ministro de Bolsonaro, usou tom de guerra civil ao dizer que o presidente não cumpriria decisão suprema se houvesse determinação de apreensão do celular de Bolsonaro. Nota endossada pelo ministério da Defesa de Bolsonaro.

Vamos ao que disse Maia.

1. A pandemia é a causa do problema econômico e não o isolamento social. O distanciamento salva vidas.

2. Imprescindível cuidar da relação harmoniosa entre poderes.

3. Judiciário é pilar fundamental da democracia. Cumprimos decisão judicial, mesmo que não concordemos com elas, porque a Constituição manda assim.

4. Fui recebido com elegância e cordialidade pelo presidente e junto com presidente do Senado arrumei importante reunião com Governadores. Foi exitoso. Dialogar é do parlamento.

5. Respeito à imprensa livre.

6. A coragem muitas vezes está em saber construir a paz

7. Vejo com dignidade o governo aumentando base política.

8. Unidos para vencer e derrotar o coronavírus e vencer crise social e econômica. Preservando a nossa democracia. REPITO: preservando nossa democracia.

9. Essas palavras nasceram do coletivo da casa. E que chega pela sociedade.

10. Diálogo respeitoso entre poderes. “Faço neste momento convite à pacificação dos espíritos. Temos que trabalhar para o Brasil.”