#subindopelasparedes. Milicos fizeram disparos péssimos

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Foto: Marcelo Chello

#subindopelasparedes. OS MILICOS FIZERAM DISPAROS PÉSSIMOS. “Houve uma série de disparos contra o veículo da família. Você vê que só uma pessoa foi atingida, então, foram disparos péssimos. Porque se fossem disparos controlados e com a devida precisão, não teria sobrado ninguém dentro do veículo. Seria pior ainda a tragédia. Sob pressão e sob forte emoção, ocorrem erros desta natureza”, general Hamilton Mourão. 
De qual natureza? De errar os disparos?
Foto: Marcelo Chello

#subindopelasparedes. Abraham diz que não vai matar comunistas

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#subindopelasparedes
. Quer saber o que pensa o novo ministro da educação? Ele diz que não vai matar comunistas e que os petistas são analfabetos. E Olavo? Olavo é disruptivo. A repórter Renata Agostini do Estadão fez uma ótima entrevista com Abraham Weintraub que diz que o nome dele surgiu em Israel e que Onyx foi pego de surpresa (Onyx era o chefe dele na casa civil). Da longa entrevista, destacamos seis frases:

OLAVO. 
Não estou nesse grupo (olavista), mas gosto de muitas ideias dele. São disruptivas, ideias novas e criativas e com grau de acerto para entender a realidade.

COMUNISTAS. Estamos preocupados com vazamentos, com sabotagens. Mas não estou indo lá caçar ninguém. Não sou caçador de comunistas. Não gosto do comunismo, mas aceito o comunista. Quero a redenção dele.

COMUNISTAS CAPITALISTAS. Visivelmente alguns grandes conglomerados fizeram uma aliança com os partidos ditos de esquerda – não é uma boa definição direita e esquerda, prefiro muito mais a definição a favor de liberdade do indivíduo e da família versus o totalitário e coletivista.

PT.
Uma pessoa que sabe ler e escrever e tem acesso à internet não vota no PT. A matemática é inimiga do obscurantismo.

DITADURA. O momento é de entregar resultado. Não quero entrar nessa discussão (ditadura militar nos livros didáticos) agora. Evidentemente que houve ruptura em 1964. Mas essa ruptura foi dentro de regras.

COMITÊ DO ENEM. A princípio, não. De modo geral, não gosto de comitês e comissões. Minha visão é que tem de ter responsáveis. Ele tem equipe, ele resolve, ele me entrega. Eu delego. (O ministro diz que o presidente não pediu para ler, ele mesmo o fará).

Foto oficial divulgada pelo site do Ministério da Educação.

E o dinheiro do Michelzinho?

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Cópia retirada do site da revista piauí

#subindopelasparedes. QUEM NÃO CHORA NÃO MAMA. Michel Temer foi ao juiz Marcelo Bretas dizer que não tem como viver e sustentar sua família depois do bloqueio de suas contas bancárias e de seus proventos. ô coitado!!!. A Justiça encontrou R$ 8,2 milhões em suas contas e o ex-presidente afirma que tem uma renda mensal de R$ 100 mil divididas entre o salário de aposentado, uns 22 mil, remuneração do fundo de pensão, uns 8 mil, e aluguel de um imóvel na Av. Faria Lima, 80 mil por mês. Esta tudo bloqueado. Mas pergunto: E o aluguel dos imóveis do Michelzinho??? Reportagem brilhante de Allan de Abreu na revista piauí em agosto do ano passado mostrou como o patrimônio em imóveis de Temer, desde que foi eleito vice-presidente, se esvaziou enquanto os imóveis em nome de familiares explodia. Pode ser visto no gráfico feito pela piauí.

Sou gay, saí do armário e vou pedir ao Bolsonaro porte de armas


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#subindopelasparedes. SOU GAY, ACABEI DE SAIR DO ARMÁRIO ENTÃO A PRIMEIRA COISA QUE VOU PEDIR AO BOLSONARO É QUE LEGALIZE PORTE DE ARMAS. Tá sentando para esta história? Então senta e vê se consegue entender. O deputado estadual Douglas Garcia eleito pelo PSL para mandato em São Paulo foi para a tribuna ONTEM da Alesp atacar o discurso da deputada trans Erica Malunguinho, do PSOL. Disse entre outras coisas que tiraria a tapa um trans que estivesse no banheiro feminino. Sim, ele disse isso. A deputada Erica estava criticando um projeto de lei do deputado Altair Morais (PRB-SP) que “estabelece o sexo biológico como o único critério para definição do gênero de competidores em partidas esportivas oficiais no estado”. Eis que o caso extrapolou a Alesp e o excelentíssimo deputado Douglas passou a receber ameaças. Que ameaças? De que teria sua homossexualidade revelada. O que faz o rapaz? Corre até a deputada Janaina Paschoal e pede para ela fazer a revelação. Enfim, o deputado saiu do armário. Na fala de Janaina, agora à tarde, a deputada conta que o medo de Douglas era como isso poderia afetar a bancada do PSL. O deputado pede então um aparte na fala de Janaina e entre outras coisas diz que isso não o fará recuar na defesa de pautas contra identidade de gênero e todo o resto. Tão louco que a própria Janaína teve que cortar o deputado e dizer: “eu acho que a gente pode sentar com calma e conversar sobre tudo isso”. Nossa Tixa! Tô passada! Não termina aí. O rapaz sai do armário e o primeiro post como gay diz: “a primeira medida contra a homofobia que vou pedir ao presidente Bolsonaro é o porte de armas”. 🤔🤔🤔🤔Conversei com fontes próximas à deputada Janaina e quero aqui que antes de qualquer ataque vocês ponderem algo: pense em um garoto de 25 anos, gay, que não contou aos pais e aos amigos sobre sua preferência sexual e que de repente está dentro de um movimento chamado Endireita São Paulo, extremamente conservador, com discurso de ódio. Por que você acha que a preocupação dele era como isso afetaria a bancada do PSL?. Você tá pedindo um desconto para o rapaz, Tixa? Não, tô pedindo empatia.

1964

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#subindopelasparedes. A treta em torno do filme documentário 1964 – entre armas e livros, lançado pelo grupo de direita Brasil Paralelo, deve ter ajudado a audiência. O filme foi lançado ontem à noite no YouTube e já tem mais de 1,3 milhão de visualizações. Um dos maiores entusiastas é o filho Eduardo que esta propagandeando o filme pelas redes. Não dá para saber quantas pessoas efetivamente assistiram a todo o documentário, que dura mais de duas horas, já que mesmo assistindo poucos minutos o YouTube já conta como visualização. Nos comentários do filme, o pessoal tá reclamando que mesmo com toda esta performance não está nos destaques. O próprio YouTube explica o “em alta”. “Mesmo que seu vídeo atenda a todos os critérios acima, é possível que ele não seja incluído na seção “Em alta”, já que muitos outros vídeos também podem atender a esses critérios.”
#PP (Para os perdidos). Não sabe da treta? Eu te conto. O filme chegou a ser exibido em algumas salas do Cinemark mas depois a empresa proibiu a reprodução alegando que se tratava de um filme com viés político. A direita reclama que nem por isso o Cinemark deixou de exibir filmes como Olga ou Lula, o filho do Brasil. 
#PP2. O documentário, que não deu tempo de ver ainda, se pretende a recontar um pouco da historia de 1964 sob um ponto de vista mais pró-direita. Dizem eles que foi com base em uma série de documentos que buscaram em diversos países durante dois anos.

Paulo Coelho relata tortura

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#subindopelasparedes. Paulo Coelho faz um relato comovente no jornal The Washington Post sobre sua prisão durante o regime militar. Esta é uma imagem que colará em Bolsonaro. Seguido no Facebook por 29 milhões de pessoas, Paulo Coelho escolhe um dos jornais mais lidos no mundo para contar seu relato, publica nas suas redes, diz que a reprodução é livre e no final provoca: “E são essas décadas de chumbo que o Presidente Jair Bolsonaro – depois de mencionar no Congresso um dos piores torturadores como seu ídolo – quer festejar nesse dia 31 de março”. 
Eis o relato:

28 de maio de 1974: um grupo de homens armados invade meu apartamento. Começam a revirar gavetas e armários – não sei o que estão procurando, sou apenas um compositor de rock. Um deles, mais gentil, pede que os acompanhe “apenas para esclarecer algumas coisas”. O vizinho vê tudo aquilo e avisa minha família, que entra em desespero. Todo mundo sabia o que o Brasil vivia naquele momento, mesmo que nada fosse publicado nos jornais.

Sou levado para o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), fichado e fotografado. Pergunto o que fiz, ele diz que ali quem pergunta são eles. Um tenente me faz umas perguntas tolas, e me deixa ir embora. Oficialmente já não sou mais preso: o governo não é mais responsável por mim. Quando saio, o homem que me levara ao DOPS sugere que tomemos um café juntos. Em seguida, escolhe um táxi e abre gentilmente a porta. Entro e peço para que vá até a casa de meus pais – espero que não saibam o que aconteceu.

No caminho, o táxi é fechado por dois carros; de dentro de um deles sai um homem com uma arma na mão e me puxa para fora. Caio no chão, sinto o cano da arma na minha nuca. Olho um hotel diante de mim e penso: “não posso morrer tão cedo.” Entro em uma espécie de catatonia: não sinto medo, não sinto nada. Conheço as histórias de outros amigos que desapareceram; sou um desaparecido, e minha última visão será a de um hotel. Ele me levanta, me coloca no chão do seu carro, e pede que eu coloque um capuz.

O carro roda por talvez meia hora. Devem estar escolhendo um lugar para me executarem – mas continuo sem sentir nada, estou conformado com meu destino. O carro para. Sou retirado e espancado enquanto ando por aquilo que parece ser um corredor. Grito, mas sei que ninguém está ouvindo, porque eles também estão gritando. Terrorista, dizem. Merece morrer. Está lutando contra seu país. Vai morrer devagar, mas antes vai sofrer muito. Paradoxalmente, meu instinto de sobrevivência começa a retornar aos poucos.

Sou levado para a sala de torturas, com uma soleira. Tropeço na soleira porque não consigo ver nada: peço que não me empurrem, mas recebo um soco pelas costas e caio. Mandam que tire a roupa. Começa o interrogatório com perguntas que não sei responder. Pedem para que delate gente de quem nunca ouvi falar. Dizem que não quero cooperar, jogam água no chão e colocam algo no meus pés, e posso ver por debaixo do capuz que é uma máquina com eletrodos que são fixados nos meus genitais.

Entendo que, além das pancadas que não sei de onde vêm (e portanto não posso nem sequer contrair o corpo para amortecer o impacto), vou começar a levar choques. Eu digo que não precisam fazer isso, confesso o que quiser, assino onde mandarem. Mas eles não se contentam. Então, desesperado, começo a arranhar minha pele, tirar pedaços de mim mesmo. Os torturadores devem ter se assustado quando me veem coberto de sangue; pouco depois me deixam em paz. Dizem que posso tirar o capuz quando escutar a porta bater. Tiro o capuz e vejo que estou em uma sala a prova de som, com marcas de tiros nas paredes. Por isso a soleira.

No dia seguinte, outra sessão de tortura, com as mesmas perguntas. Repito que assino o que desejarem, confesso o que quiserem, apenas me digam o que devo confessar. Eles ignoram meus pedidos. Depois de não sei quanto tempo e quantas sessões (o tempo no inferno não se conta em horas), batem na porta e pedem para que coloque o capuz. O sujeito me pega pelo braço e diz, constrangido: não é minha culpa. Sou levado para uma sala pequena, toda pintada de negro, com um ar-condicionado fortíssimo. Apagam a luz. Só escuridão, frio, e uma sirene que toca sem parar. Começo a enlouquecer, a ter visões de cavalos. Bato na porta da “geladeira” (descobri mais tarde que esse era o nome), mas ninguém abre. Desmaio. Acordo e desmaio várias vezes, e em uma delas penso: melhor apanhar do que ficar aqui dentro.

Quando acordo estou de novo na sala. Luz sempre acesa, sem poder contar dias e noites. Fico ali o que parece uma eternidade. Anos depois, minha irmã me conta que meus pais não dormiam mais; minha mãe chorava o tempo todo, meu pai se trancou em um mutismo e não falava.

Já não sou mais interrogado. Prisão solitária. Um belo dia, alguém joga minhas roupas no chão e pede que eu me vista. Me visto e coloco o capuz. Sou levado até um carro e posto na mala. Giram por um tempo que parece infinito, até que param – vou morrer agora? Mandam-me tirar o capuz e sair da mala. Estou em uma praça com crianças, não sei em que parte do Rio.

Vou para a casa de meus pais. Minha mãe envelheceu, meu pai diz que não devo mais sair na rua. Procuro os amigos, procuro o cantor, e ninguém responde ao meus telefonemas. Estou só: se fui preso devo ter alguma culpa, devem pensar. É arriscado ser visto ao lado de um preso. Saí da prisão mas ela me acompanha. A redenção vem quando duas pessoas que sequer eram próximas de mim me oferecem emprego. Meus pais nunca se recuperaram.

Decadas depois, os arquivos da ditadura são abertos e meu biógrafo consegue todo o material. Pergunto por que fui preso: uma denúncia, ele diz. Quer saber quem o denunciou? Não quero. Não vai mudar o passado.

E são essas décadas de chumbo que o Presidente Jair Bolsonaro – depois de mencionar no Congresso um dos piores torturadores como seu ídolo – quer festejar nesse dia 31 de março.

Padilha diz que neto de Lula não morreu de meningite

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#subindopelasparedes. O deputado federal Alexandre Padilha está fazendo uma grave denúncia contra o Hospital Bartira, da rede D’Or e que atendeu o neto do Lula: vazou a notícia da morte, nove minutos depois do ocorrido a ponto de o pai do menino ter ficado sabido pela imprensa e pior, o garoto não morreu de meningite. Até agora nenhuma manifestação da família, do hospital ou da secretaria de saúde de Santo André. Todas já estão com informações sobre a causa real da morte desde dia 12 de fevereiro segundo reportagem da Revista Fórum. Nenhuma linha na grande imprensa, apesar do deputado ter postado no Twitter a informação. Quer dizer, a população foi aterrorizada com a situação da morte do neto do ex-presidente, saiu correndo para pagar caro pelas vacinas mais avançadas contra a doença e agora toda essa gente sabe que o garoto não morreu disso e não informa a população???? E de que morreu? É algum vírus pior? E como o hospital vazou informação falsa deste tipo? Enfim, descaso por todo lado.

Frias numa fria

#subindopelasparedes. MARIA CRISTINA FRIAS PARTE PARA O ATAQUE CONTRA O IRMÃO LUÍS. A já esperada briga judicial entre Maria Cristina Frias e Luís Frias começou. Em processo judicial, Maria Cristina faz uma série de acusações e insinuações contra a conduta de seu irmão à frente do grupo que controla a Folha e que ele teria proposto uma reorganização societária que poderá acabar com a saúde financeira do jornal. Tal reorganização teria sido proposta às pressas, sem mais do que um dia para análise e ao não aceitar os termos de tal mudança seu irmão teria, em represália, a tirado do cargo de diretora de redação. Maria Cristina foi destituída no dia 18 sem poder sequer entrar na empresa ou acessar seu e-mail. No processo, Maria Cristina diz que a tal reorganização poderá levar ao abandono da Folha, sem qualquer perspectiva de retorno sobre o capital que o jornal investiu anos na controlada FolhaPar, que é dona do UOL e PagSeguros. Como é lembrado no processo, a PagSeguros vale hoje nada mais nada menos do que US$ 10 bilhões na Bolsa de Nova York. O jornal ficaria à mercê de novos e ainda mais profundos cortes de custos e de pessoal. Octavio, o patriarca, e os três filhos (Luíz, Maria e Octavio), segundo consta do processo, assinaram um acordo de acionistas em que ficava claro o desejo do patriarca de dividir o poder político e societário de forma harmônica entre os três filhos. Além disso, o acordo garantiria o acesso igualitário às informações do grupo por meio de reuniões prévias para deliberar sobre qualquer negócio da família. “Ocorre que Maria Cristina Frias vem sendo tolhida, reiteradamente e há muito tempo, em seu legítimo direito à informação”, diz o processo judicial. “Tanto no passado quanto no presente, a origem do cerceamento ao direito de informação de Maria Cristina Frias é a mesma: a conduta de seu irmão mais novo, Luís Frias”. Por isso ela pede que sejam entregues todos os livros de registros de participações acionárias do grupo para que a partir daí ela possa saber qual é sua real participação. Tais documentos, segundo apurou a Lagartixa, podem servir de base para novas disputas judiciais. Nos documentos que acompanham o processo, Maria Cristina também anexou a ata da assembleia que a retirou do cargo de Diretora de Redação no dia 18 de março, quando assumiu Sérgio D`Avila. Ela afirma que como diretores são eleitos por um mandato de três anos, ela não poderia ter sido destituída. Maria Cristina substituiu o irmão Otavio Frias Filho, que morreu no ano passado. Mas mesmo como substituta, ela alega ter sido aprovada pelos acionistas como diretora, logo, com direito ao mandato de três anos. Além disso, a jornalista argumenta que segundo o estatuto da Folha tal mudança só poderia ter sido feita após a assembléia geral de acionistas, que não aconteceu. Ela diz ainda que teve seu email bloqueado e sua agenda profissional violada. Ao fim de seu voto na assembleia, ela diz por meio de seu advogado: “A presente substituição de cargo na diretoria se dá como medida de represália pelo fato de Maria Cristina Frias de Oliveira não ter levado adiante as discussões referentes a uma não melhor especificada “reorganização societária” proposta pelo acionista da companhia, sr. Luis Frias, em condições claramente abusivas e pouco profissionais.”

Índio já vive na cidade e quer saúde

#subindopelasparedes. ÍNDIO QUER SAÚDE. Bolsonaro desde a campanha eleitoral insiste que os índios querem viver na cidade, ter luz, água, televisão. “Quando [o índio] tem contato com a civilização, vai se moldando a outra maneira de viver, que é bem melhor que a dele”. Será que vivem melhor? Pois desde ontem um grupo de índios Guarani, de aldeias da região do Jaraguá, próximos ao centro urbano da maior cidade do país está acampado em frente ao prédio da prefeitura de São Paulo. Sim, existem índios vivendo próximos às cidades. Eles protestam contra corte no pagamento de funcionários que prestam serviços de Saúde nas aldeias, além de cortes em convênios, falta de medicamentos, transportes e vacinas. O vereador Eduardo Suplicy e o padre Júlio Lancellotti, juntamente com alguns índios, conseguiram entrar no prédio para tentar uma audiência com o prefeito Bruno Covas. Mas até o fechamento deste post não tivemos notícias do desfecho. Reportagem, texto e vídeo: Marcelo Chello

Maia e Moro tomam café

#subindopelasparedes. Rodrigo Maia já acertou tudo com o funcionário do Bolsonaro e o pacote anticrime vai voar na Câmara. A líder do governo Joice Hasselmann acaba de informar em suas redes que Maia e Moro acertaram tudo para que o pacote ande rapidamente. Maia não é bobo nem nada. Está em briguinha pública com o presidente então esquece a briguinha com o funcionário Moro (lembram que ele disse que Moro era mero funcionário do presidente?) para mostrar que não vai travar tudo. Vamos apostar? Qual projeto vai sair primeiro? O anticrime ou a nova previdência?

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