#perdeuorabo. Anonymous de Araraquara.

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O novo ministro da Justiça é rápido no gatilho e já mandou a Polícia Federal investigar o Anonymous, que ontem divulgou uma série de dados da Family Bolsonaro. Só resta saber se os hackers do Anonymous são como os de Araraquara. Digo, no sentido de serem pegos tão rápido. Em conteúdo, os de Araraquara deram show até agora (vá para os perdidos).

Apesar do bafafá em torno do vazamento, a bem da verdade é que a grande parte dos dados era tudo coisa pública. Dados da renda, patrimônio e etc, por exemplo, de qualquer político, podem ser encontrados no site do Tribunal Superior Eleitoral.

A galera, no entanto, não perdoou e tratou de pedir a filiação de Bolsonaro ao PT. Assim como já tinham feito com o General Heleno, o chefe da segurança de Bolsonaro, que vazou seus próprios dados.

De qualquer forma, o anonymous também divulgou números de celular. Estes sim, dados privados. O Twitter derrubou a conta em pouco tempo. Também está rodando uma suposta fatura de gasolina de 56 mil contos a cobrar de Bolsonaro. Vazaram ainda dados do Weint e da Damares, e do deputado bolsonarista, Douglas Garcia.

Garcia entrou no balaio porque andava pedindo nas redes informações pessoais de antifascistas. Depois que virou alvo da divulgação de seus próprios dados pessoais, começou a achar que isso era caso de polícia.

#PP (para os perdidos). Os hackers de Araraquara foram aqueles que invadiram conversas de Telegram de meia República e escolheram as conversas do Deltan Dallagnol para repassar a Glenn Greenwald, do Intercept. Eles foram pegos em questão de semanas.
#PP1. Bolsonaro tem histórico de torrar Miles e Miles de reais com gasolina. A agencia Sportlight conseguiu notas das despesas de quando ele era deputado que mostrava gastos de mais de 10 mil reais, numa única vez, para encher o tanque de gasolina. Apesar da revelação, ficou por isso mesmo.