#subindopelasparedes. É só auê.

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O Adélio já foi investigado duas vezes pela polícia federal. Nas duas vezes, a PF chegou à conclusão que Adélio agiu sozinho ao esfaquear o presidente quando ele era só candidato ainda. Apesar do auê midiático que Bolsonaro faz do caso, o chefe da PF em Minas disse, em depoimento naquele inquérito por conta das acusações contra o presidente feita por Moro, que não foi pressionado pelo presidente para aprofundar a investigação do caso quando foi apresentar os primeiros resultados.

Na época, quando se chegou à conclusão de que Adélio tinha problemas mentais, Bolsonaro sequer recorreu da decisão judicial, o que fez com que Adélio fosse encaminhado ao manicômio, mas não foi condenado criminalmente. Depois Bolsonaro justificou que, se tivesse recorrido, Adelio poderia sair livre ou com uma pena pequena.

Bolsonaro insiste que se quebre o sigilo do celular do advogado porque, segundo ele, seria possível descobrir quem pagou pelos advogados e vira e mexe questiona de quem é o interesse de manter este segredo. A Justiça não permitiu a quebra do sigilo por conta da prerrogativa da relação advogado e cliente.

Ontem, o advogado do Flavinho enviou à imprensa uma nota dizendo que não ia se manifestar sobre o caso do Paulo Marinho, alegando a prerrogativa de advogado/cliente. Será que também nesse caso Bolsonaro defenderia a quebra do sigilo telefônico?

#PP (Para os perdidos). Marinho é o suplente de Flavinho no Senado e disse que o advogado Victor Granado teria sido o interlocutor com o delegado da PF que teria vazado informações para o agora senador de uma operação policial que investigava seu gabinete. A operação teria sido retardada para não prejudicar Bolsonaro nas eleições.

ERRAMOS. Escrevemos anteriormente que era um privilégio a relação advogado/cliente, na verdade, é uma prerrogativa da advocacia.